Aldir e o Barraco de Sorocaba

O texto que saiu hoje em O Globo, do grande compositor Aldir Blanc é meio embaralhado. Ele parece que está escrevendo sua diatribe (Polemikos também é vocabulário!) transbordante sobre o sempre criticável estado das coisas. Aldir deambula pelos assuntos metendo o pau, como se dizia, nos sinais aparentes de que a sociedade é uma merda e piora a cada dia. Acho que Aldir estava num dia de mau humor. Ele atira em Pimenta das Neves, bom alvo, ícone da impunidade nacional, que não devemos deixar ser esquecido. Mas comenta também um caso que eu, pouco antenado, deixara passar. Trata-se do Barraco de Sorocaba. Nas palavras de Aldir:

“O tal barraco envolveu uma fogosa mulher, um sujeito parecido com a caricatura malévola de um jegue na caatinga, só que de óculos escuros, e a esposa traída que escancarou a sujeira na janela virtual.”

Aldir fez um serviço à advogada traída que, parece, jogou o vídeo na internet. Claro, que ela, advogada afeita às coisas da Justiça, se apressou em dizer que colocou o vídeo num site para os amigos e familiares verem. Se alguém postou na rede, ela não pode se responsabilizar. O fato é que os três, a traída, a traidora e o exótico garanhão ganharam seus minutos de fama. Aliás, o marido traidor é uma peça! Vale a pena ver como o gosto feminino é sujeito a críticas. O cara aparece em matéria da TV Globo sobre o imbróglio desfilando sua fama de boa performance e duplo amante. É de chorar de rir. Bem, enquanto comento aqui, o texto do compositor de O Bêbado e a Equilibrista já estava em outras praias. Confesso que não entendi o final da crônica. Fica para vocês decifrarem:

… a Vênus sorocabana … criou uma espécie de ONG, … na qual oferece préstimos de seu “Ânus Amigo”. Quanto desprendimento!

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