ONGs: corrupção e outras ideias menos simpáticas

Como todos sabem, sou de extrema direita. Fico puto com a incompetência brasileira para fazer algo certo. Minha comprometida bile também é castigada em assistir qualquer paspalho esperto, que tenha um padrinho no governo, faturar boa grana criando uma ONG. Tenho antipatia por ONGs, portanto, serei parcial, não esperem sutilezas. As corrupções corriqueiras identificadas em nosso país insistem em ter sempre uma ONG como parte do esquema. Também não é para dar em outra coisa. As empresas pagam impostos altíssimos e têm uma porrada de controles por parte do governo. O governo, ele mesmo, tem mecanismos para se auto controlar. E as ONGs? Com estas, temos que contar com a boa vontade de seus controladores. Não dá outra! Tirando as honrosas exceções de alguns sonhadores que as usam para o bem, uma quantidade enorme, talvez a maioria, usa o modelo das ONGs para entupir o bolso de dinheiro. Como ninguém reclama, deve haver alguma informação que me foi sonegada. Será que tá todo mundo tirando o seu das ingênuas ONGs? Não é possível. O governo e políticos adoram uma ONG. O motivo é a corrupção branda com o dinheiro do governo que as ONGs agilizam. Por exemplo, determinado político tem interesse nos votos do pessoal da favela. Vai melhorar a escola? Ensinar melhor o Português ou Matemática. De jeito nenhum, que isso é enfadonho e teria que pagar melhor os professores. Mais bonito é criar uma ONG para os jovens desenvolverem, por exemplo, sua capacidade de fazer filmes mostrando como a favela é o melhor do mundo para se viver. Me poupem! O objetivo final desses projetos malucos é, primeiro, dar grana para o esperto que o criou. Segundo, distribuir alguma grana na favela para garantir os votos na próxima eleição do político que controlador da área. ONG, pra mim, é mais uma conspiração para massacrar meu pobre fígado de Sísifo, cujo destino e mau humor me levam a carregar eternamente ladeira acima, capanhas fadadas ao esquecimento. Como sou especialista em causas perdidas, aqui vai mais uma: Abaixo as ONGs!

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