o problema do tamanho da câmera (e seu peso)

Viajei pra fora recentemente e o problema de carregar a câmera continua “pegando”. É um problema clássico da fotografia para os amadores e meio-amadores. A questão é como carregar o dito aparelho pelas longas caminhadas de quem está viajando. Se o objetivo da viagem é fotografar, não há dificuldade, a câmera é o foco das atividades e carregá-la é parte da brincadeira. Mas, se você está viajando, querendo curtir os lugares (além de registrá-los em fotos), a câmera acaba “pesando”. Se você então tiver companhia não tão apaixonada pelo ato de fotografar, há ainda a pressão do não-fotógrafo para que você faça a foto em automático, aperte logo o botão do disparador e vamos embora para o próximo ponto turístico. É difícil a vida do artista…

Estou começando a pensar numa câmera médio formato (a minha atual é uma D7000, e olha que nem uso várias lentes, ficando só na lente 18-105 mm), como uma Canon Powershot G12 ou Nikon Coolpix 7100. Estes modelos têm recursos poderosos e atendem ao quesito poder ficar penduradas longo tempo no pescoço sem pesar.

No outro estremo (pouco recurso e funcionalidade excepcional), encontra-se o modesto iPhone. Sua câmera está literalmente no bolso todo o tempo e “quebra o galho”. Está ficando melhor. Dá para documentar momentos da viagem em que não se fazer a foto em RAW e gerar imagens espetaculares para competir em concursos. Em vários momentos da viagem, cedi à preguiça e usei apenas o iPhone. E tive alguns bons resultados.

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