Carlos Heitor Cony

Quem ouve aquele idoso balbuciando comentários no programa Liberdade de Expressão, nas manhãs da rádio CNN, tende a cair na armadilha de criticar o hesitante debatedor. Eu concordo com os críticos, mas me forço a lembrar que ali está o autor de “Quase Memória”. É o cara! Minha dívida com Cony pelo prazer que seus livros me trouxeram é imenso. Outro livro dele de que gosto muito é “Pilatos“, de 1974. Para ficarmos em “Quase Memória”, este é livro que faz aflorar o riso e as lágrimas, imperdível. A entrevista de O Globo de hoje resgata um pouco da história de vida e da verve do escritor. Acho que já está na época de começar a relê-lo.

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