Hanseníase: Vencendo a Ignorância

a informação pode erradicar esta doença

vencendo a hanseníase

Somos muito influenciados pelo cinema. Os filmes têm cenas marcantes que nos tocam profundamente e que guardamos conosco pelo resto da vida. Um momento de amor ideal ou a demonstração de dignidade de um herói ficam como referências determinantes para nosso comportamento. Entretanto, as imagens nem sempre nos deixam boas lembranças ou idéias. Entre os exemplos mais famosos da importância do cinema como formador de opinião, há a famosa cena do filme Ben-Hur, quando o herói Judah Ben-Hur, ícone da bondade e da retidão humana, interpretado por Charlton Heston, invade um leprosário para buscar a mãe e a irmã. Revendo hoje a cena, vê-se que foi construída com a sutileza do cinema da época. Pouco foi mostrado dos doentes. A imagem das mutilações provocadas pela lepra foi deixada – muito eficientemente, se diga – para o espectador imaginar. Dessa forma, na falta de uma ferida ou mutilação explícita, cada um que viu o filme preencheu as cenas com as deformidades mais temíveis que sua criatividade pôde produzir. O efeito aterrorizador dessas imagens e medos, extraídos de nós mesmos, ficou impresso na memória popular e contribuiu para reforçar o estigma da lepra (no Brasil, a partir da década de 60, a doença passou a ser chamada oficialmente de hanseníase). Até nossos dias, qualquer pessoa que ouve falar de um doente de hanseníase começa logo a se coçar e vai buscar refúgio a quilômetros de distância. O senso comum é que a hanseníase é uma doença terrível e incurável! E assim ficaram as coisas: aos doentes de hanseníase, compaixão e repulsa.

Dessa história só se pode dizer mesmo é que não há nada mais medonho que a ignorância! O fato é que A HANSENÍASE TEM CURA. Tem cura da maneira mais óbvia. Toma-se um remédio e fica-se bom. Acabou. Ponto! As incapacidades físicas são evitadas iniciando-se o tratamento aos primeiros sinais da doença. A hanseníase, hoje, não devia preocupar mais ninguém. Não deveria mais existir. Não deveríamos falar mais dela. Mas aí está o problema: falta de informação! A ignorância é que mantém a hanseníase viva. Em áreas mais pobres de países como o Brasil, a doença é completamente ignorada pela maioria da população e, mesmo, por médicos e autoridades sanitárias. Por isso a hanseníase ainda é endêmica em nossa terra. O Brasil apresenta uma média de 40 mil novos casos por ano, que nos coloca no mesmo nível da Índia ou de países pobres da África. A hanseníase tem que ser objeto de campanhas públicas de informação. Hanseníase tem que ser notícia!

Mas, há luz no fim do túnel! Atualmente, no Brasil, um forte movimento social busca vencer a ignorância e atingir o objetivo proposto pela Organização Mundial de Saúde de “acabar com a hanseníase como problema de saúde pública até o ano 2005”. Este movimento conta com apoios importantíssimos de personalidades públicas como o cantor Ney Matogrosso, o ator Ney Latorraca e o compositor e sanfoneiro Targino Gondim.

Ney Matogrosso se indignou quando soube que ainda existe um número enorme de adultos e crianças doentes sem serem tratadas. Eles estão destinados a ter seqüelas para o resto da vida. Ney ficou fortemente impressionado de isso acontecer com uma doença que deixa de ser contagiosa assim que se inicia o tratamento (que é gratuito) e que os doentes podem ser atendidos em qualquer posto de saúde. Entretanto, Ney Matogrosso não se imobilizou em sua indignação. Ele não se calou. Partilhando sua notoriedade de artista consagrado, ele conclama a sociedade e as autoridades sanitárias a buscarem a eliminação desta vergonha da Saúde Pública em nosso país. Junto com o MORHAN – Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase, vai a cidades longínquas do país, visita antigos hospitais de isolamento, investindo contra preconceitos, falando e explicando à comunidade e autoridades como curar e evitar o surgimento de novos casos, principalmente nas crianças.

Outros líderes sociais – como o ator Ney Latorraca e o sanfoneiro Targino Gondim – se juntaram à luta para informar à população que A HANSENÍASE TEM CURA. São profissionais que emprestam seu nome e dedicam seu tempo esta causa. As alianças e parcerias crescem. São diretores de cinema, fotógrafos, produtores de imagem, que se juntam para produzir filmes e spots de rádios para a campanha de esclarecimento. Nos próximos dias, o estado do Piauí e alguns municípios de Pernambuco e da Bahia verão, nas principais emissoras de TV e de rádios, os Neys, Targino e outros trazendo o que mais precioso eles tem – suas vozes, sua arte – para eliminar esta doença, que só o desconhecimento explica continuar entre nós. Estes artistas nos mostram, com a objetividade e nobreza de seus atos, que a ignorância também tem cura. E a informação é o melhor remédio!

16 comentários a “Hanseníase: Vencendo a Ignorância”

  1. comentários antigos enviados por email

    05.02.2008
    Desde 1989, através do Hospital Lauro de Souza Lima, em Bauru SP, tomei conhecimento dos antigos “leprosários espalhados pelo Brasil”; no Lauro obtive informações preciosas sobre a Hanseníase, hoje as utilizo no Hospital Colina do Carpina em Parnaiba Piauí, onde o preconceito e desinformção ainda compõem o estigma da patologia. Sinto falta de dados sobre as complicações mais inerentes a patologia, estou tentando apresentar um trabalho onde pretendo demonstrar que a Fisioterapia em fase precoce ajuda a limitar as deformidades e dará ao paciente uma melhor qualidade de vida e aumentaria sua vida últil, resgatando-o para o seio familiar. Os “leprosarios” estintos pelo governo ainda persistem em regiões mais carentes como regioes norte e nordeste,fazendo com que os pacientes que até hoje residem por lá sejam discriminados pela ignorancia de algumas comunidades. A saúde no Brasil como um todo pede socorro, lá a situação é mais drástica. Desde a escassez de material de limpeza, roupa de cama e medicamentos se faz presente. Tento despertar nos alunos do curso de Fisoterapia a necessidade de implantarmos um centro de reabilitaçao atuante que desenvolva um trabalho de qualidade. Daisy vilela – docente do curso de Fisioterapia da UFPI/CMRV.

    03.02.2003
    Meu nome é Cátia. Eu visito o Leprosário de Pirapitingui em Itú há mais ou menos 5 anos e tenho muito carinho pelos internos de lá. O lugar é simples mas as pessoas que lá vivem nos trazem muita paz. Estes meus amigos possuem uma beleza que nem as modelos mais famosas possuem. A beleza que vem de dentro. A vila possui casas simples mas com uma natureza exuberante. Árvores frondosas e flores lindas. Este lugar está atualmente sendo invadido por assaltantes e malandros, e os moradores que vivem sozinhos se sentem ameaçados, além de outros problemas, como o medo de serem transferidos para o hospital, já que na sua maioria são pessoas acima de 60 anos. Por esta razão gostaria de fazer um trabalho de resgate histórico destas comunidades. Resgatar possíveis imagens que existam desses lugares e dessas pessoas que ainda vivam nestas comunidades. Para que isso aconteça gostaria que me enviassem nomes de livros, filmes, fotos, material histórico escrito e visual para a montagem de um projeto de mestrado no qual eu consiga desmistificar e desconstruir essa imagem tão negativa dessa doença. Obrigado. Adorei o artigo. Cátia.

    27.07. 2001
    Nós daqui do sul do país também estamos na luta de vencermos a ignorância sobre a cura da hanseníase.
    Há muitos anos temos tentado reduzir esta vergonha no Estado do Rio Grande do Sul. Esperamos que como vocês outros venham a ser nossos parceiros na eliminação desta vergonha em nosso país. Dizemos vergonha por que é inadmissível termos toda esta tecnologia (que até me faz me comunicar com vocês) e ainda vermos em nosso convívio pessoas sofrendo com dor por que a ignorância sobre este tema ainda é muita grande.
    Obrigadão pela oportunidade.
    Abraço
    Alda Py Velloso
    Coordenadora do pré-núcleo do MORHAN de Porto Alegre-Viamão
    aldapy@terra.com.br

    23.07. 2001
    Prezado Ernesto,
    Foi com prazer que li seu artigo, e o divulgarei em breve para mais de 1100 pessoas que compõe a rede MORHAN NET.
    Quero dizer que como um dos líderes do MORHAN no país, consideramos a desinformação que acompanha a hanseníase, minimamente criminosa.
    Acho que juntamente com a formação de Recursos Humanos, descentralização do tratamento e talvez até mais importante que tudo isso, a informação deveria ter um trato especial.
    Informação é um instrumento importante na conquista da cidadania real, e desta forma não deve existir conceitos ( ou desculpas) de áreas prioritárias. INFORMAçÃO PARA TODOS, ao nível de entendimento de cada um, e se utilizando todos os meios. Ela deve chegar inclusive para quem não lê, para quem não tem rádio e nem TV. Para aqueles excluídos, em que sobreviver é mais importante do que a mancha dormente. E por fim esta informação deve ser mobilizante, capaz de produzir CURA! de mudar conceitos e vencer pré-conceitos. E um dos maiores preconceitos é o da LEPRA ou o Leproestigma… Nem a hanseníase ainda conseguiu vencer isto!
    A pouco lendo um livro de Jô Soares ( O Homem que Matou Getulio Vargas), existia um capítulo, descrevendo um encontro com leprosos na Ilha Grande, e a descrição é de dar inveja a Ben Hur, Papillon, Dom Quixote e outros… Isto não mudaremos na Cultura Mundial… é preciso construirmos sim o conceito da hanseníase, que tem tratamento e cura!
    Um abraço
    Artur Custódio Moreira de Sousa
    Coordenador Nacional do MORHAN
    Membro do GT CONASEMS
    arturmorhan@uol.com.br

    01.07. 2001
    Como o Dr. Jair Ferreira, parabenizo a contribuição de Polemikos para divulgar este tema. Somente com a participação de todos venceremos a ignorância que ainda faz tantas vítimas de hanseníase no nosso país.
    Vera Andrade
    Coordenadora do GT/HANSEN/CONASEMS

    28.06. 2001
    Com prazer li seu comentário, tão lúcido, sobre o problema da hanseníase no Brasil e sobre a importância do engajamento de artistas de renome no combate a essa doença. Falo na condição de membro do Conselho de Especialistas em Hanseníase da OMS e de médico sanitarista que sempre se dedicou à eliminação da moléstia em nosso país. Seu artigo ressalta com propriedade o papel que a ignorância exerce na disseminação da doença. Por isso, os órgãos de comunicação social devem se aliar aos serviços de saúde pública na divulgação dos conceitos corretos sobre essa grande endemia nacional. Seu artigo é um exemplo. Parabéns.
    Jair Ferreira – Prof. de Epidemiologia – UFRGS

  2. Boa noite, minha vó materna Ida Bertelli Malavazzi faleceu provavelmente na decada de 40 no Leprosario em bauru. Não temos nenhuma informação precisa a respeito de quase nada. Como faço para obter algum registro pelo menos do dia da morte dela. Ela deixou minha mãe com 2 meses. É importante demais para nossa familia. Grande abraço
    Adevanir Paiola – Santo André/ap

    Resposta: O diretor do Hospital de Bauru obteve a informação desejada e enviou para seu correio. Um abraço.

  3. SOU ESTUDANTE DE ENFERMAGEM E GOSTARIA DE OBTER INFORMAÇÕES EM RELAÇÃO À INTRODUÇÃO, OBJETIVO E JUSTIFICATIVA À RESPEITO DA HANSENIASE

  4. È incrivel como as autoridades da área da Saúde Pública, sempre deixam ao abandono suas políticas de combates as doenças, aos locais contruídos com dinheiro do povo e principalmente esquecem dos seres humanos que lá se encontram, as condições de Pirapitingui colonia hoje são degradantes, os que necessitam de lá viverem por motivo da doença não tem segurança nenhuma, sao invadidas as suas casas, pessoas indefesas são roubadas no pouco que tem e até quem sabe agredidas fisicamente, cadê os governantes??, para que mais impostos?? CPMF??? E ACIMA DE TUDO O RESPEITO PELOS CIDADÃOS , JÁ SOFRIDOS EM SUA DOENÇA, ISOLADOS
    COMO NO INICIO PELA SOCIEDADE????

    SORTE CONTAREM COM ALMAS BOAS QUE DEDICAM PARTE DE SEU TEMPO PARA PRESTAR AJUDA MATERIAL E ACIMA DE TUDO ESPIRITUAL, CONSOLO E CARINHO COM FRATERNIDADE A ESSES COMPANHEIROS TÃO SOFRIDOS, NA CARNE E NO ESPÍRITO.

  5. ja é o 5 caso dessa doença na minha familia!!
    as pessoas que dissem ser amigos das que tão com doenças se afantão quando sabem que estão com essa doença!!
    minha vó ela teve essa dença ela ia na igreja o pessoal se afastava dela não sentava no mesmo banco que ela sentava por causa disso ela entrou em uma ceria depreção!!!
    quando agente passa por dificuldades seja finaceira ou de doenças ai sim sabemos quem são os nosso verdadeiros amigos!!!
    hoje em dia eu tento fazer campanhas para tentar acabar com o preconceito do povo pois essa doença tem cura!!!
    vamos parar com o preconceito

  6. há 6 meses atras comecei a sentir dormencia em 2 dedos da mao,procurei a reumatologista,que fez todos os exames de sensibilidade e me deu diagnostico de hanseniase tendo 3 manchas e mao de garra,fiz novamente exames com sanitarista q me deu o mesmo diagnostico,porem fui ao especialista q me tratou muito mal e disse q nao era,fiz exame no nervo com resultado lesão no nervo unlar,porem ele nao me deu atenção e meus dedos agora nao mechem maisoutros medicos q passei me deram quase certeza de q meu caso seje só no nervo ja q a baciloscopia deu negativo,mas passei a ter dores intensas nos nervos meus olhos estao vermelhos e tive diminuição na vista,por diversas vezes tropecei no meu proprio pé,perdi pelos do corpoperdi a força das maos,fiz todos os exames,e todos negativos ,mais de 60 exames para diversas doenças,meu caso esta complicado e já tem mais de 6 meses q estou assim,oq posso fazer tive dois casos de hanseniase na familia,o q posso fazer a quem devo procurar

    estou desesperada

    Responder: Entre em contato com o Morhan (clique aqui). Eles poderão lhe dar todas as informações que precisa.

  7. Tenho 52 anos, casada, mãe de 03 filhas, descobri a doença a dois meses e passei por isso durante 06 anos, esses medicos não sabem nada, descobri fazendo uma ressonância magnetica e já estou tratando no Hospital Universitario em Juiz de Fora. Se puder te ajudar estou a sua disposição. Não desanime. Abraços carinhosos.

    Respondendo: O grupo de maior atuação que conheço é o MORHAN. Obrigado pelo feedback.

  8. oi tive a doença com 12 anos me tratei mais em mim ñ apareceu mancha apenas a dormencia e naquele exame que aperta as orelhas e cotovelo ñ deu positivo tive que fazer biopcia e deu hansienise turbeculoide fiz o tratamento hoje tenho 34 anos e continua dormente isso e normall estou curada ou ñ? espero respostas para o meu email hoje sou casada tenho 2 filhos lindos e normais pois todos me diziam que ñ ia poder ter filhos normais porque eu tinha tido hans isso e verdade?

  9. ola tudo bem, eu vou ao hospital de pirapitingui à mais de 5 anos adoro ir la, ja conhecia a doença por que sempre fui muito curiosa, mas quando cheguei la pela primeira vez fiquei chocada com o que vi, só o q não sabia q depois de um tempo uma pessoa na minha familia iria aparecer com essa doença foi um baque mas com muita fé e coragem ela esta curada não precisou ficar isolada foi só tomar os remédios, ai então chequei a uma conclusão q essa doença não é contagiosa quando esta ministrada, e q ela é tambem uma doença carmica porque cada um daqueles doente tem uma história de vida fantastica, e porque veio com essa doença? só Deus na sua misericordia divina é que vai explicar. então quem tem ou acha q tem essa doença procura imediatamente o hospital das clinicas por que la que a minha irmã foi tratada com muito carinho ok

    1. Olá Eliane tudo bem? Sinto q preciso conversar com vc para q juntas possamos ajudar uma outra pessoa q está com a hanseníase, como podemos entrar em contato???Por favor manda uma resposta no meu email, ficarei muito grata!!! tenha uma ótima noite!!!!alexandra-popstar1@hotmail.com

  10. Olá,
    descobrir por meio de exame médico, que estou com hanseníase. Já estou sendo medicada e passo bem. Me angustiei muito quando soube, mas procurando me informar
    melhor sobre essa doença me acalmei e estou tomando os medicamentos direitinho.

    Um abraço

  11. Oi boa noite, me chamo Rubens de Belém do Pará. Sou filho de pessoas que possuíram esse tipo de doênça que na qual se chama Hanseníase; tanto o meu pai como a minha mãe eram portadores. E faleceram com essa doênça! e se falando em irmãos, somos no total de 7 filhos e graças a Deus não temos esse tipo de doênça, tenho 3 irmãos que moram na colônia do prata de onde todos nós nascemos que na qual existe até hoje muitos doêntes, eu ñ moro com os meus 3 irmãos na colônia moro na capital. Hoje estou com 57 anos de idade, mas de vez enquando faço visitas há eles por ser um pouco distante da capital; agora o que não dá pra entender é que até hoje aquelas pessoas que lá vivem com a doênça ficam no descaso de abandonos pelas autoridades, e tá mas que cláro que ainda existe sim a discriminação médico, por ser distante da capital vai só uma vez por mês sendo que tem doentes mutilados ou seja com feridas e não tem sequer enfermeiros pra fazer curativos, sendo que tem muitas crianças e adolescentes que moram lá se arriscando de ser contaminados por faltas de cuidados pelas as autoridades. Mas graças a essa entidade que é o Movimento de reintegração das pessoas Atingidas pela Hanseníases que é conhecida como MORHAN e pelos nossos amados Ney matogrosso e Ney Latorraca e o compositor Targino Gondim por abrçarem esse caso com muito carinho e terem como irmãos espiritualmente pelo próximo. li todos os E-Mail(s) que foram postados, e deixo um recado para as pessoas que existe sim o tratamento e acura pàra esse problema, não fique convergonha de falar primeiro para a sua família e também para o médico. Desde já agradeço se ouver comentário a esse respeito que fiz, fico aguardando!

  12. Olá Boa Noite, sou Alexandre Lima tenho 40 anos e contrair Hanseníase novamente de 21 anos… E minha maior dificuldade é que eu tive Reação Racêmica Tipo 2 com Lesão, tenho sofrido preconceito por parte de médicos e outros, esta sendo muito complicado.
    Sou Porteiro de um condomínio Residencial e tenho certeza que se eu voltar ao trabalho serei demitido.
    Faço uso do Talidomida e seio do perigo deste! Já fiz varias perguntas a diversas pessoas Ministério da Saúde, Médicos, se posso gerar filhos sem anomalias por conta do mesmo (Talidomida) mas ninguém sabe com precisão. OBS. Eu e minha esposa queremos ter filhos dai a preocupação…
    Se alguém poder me ajudar agradeço.

  13. Minha avó materna Odília Jacinta das Dores faleceu provavelmente no leprosário de Bauru.Não temos nenhuma informação precisa a respeito disso.Como faço para obter algum registro do dia do falecimento dela.É muito importante pra nos da família.Ela foi internada ai na década de 50. Ela era de Populina Estado de São Paulo.Obrigada pela oportunidade.
    Maura das Graças dos Santos. Hortolândia Estado de São Paulo.

  14. Minha avó materna Odília Sebastiana Jacinta das Dores faleceu provavelmente no leprosário de Bauru.Não temos nenhuma informação precisa a respeito disso.Como faço para obter algum registro do dia do falecimento dela.É muito importante pra nos da família.Ela foi internada ai na década de 50. Ela era de Populina Estado de São Paulo.Obrigada pela oportunidade.
    Maura das Graças dos Santos. Hortolândia Estado de São Paulo.
    Obs.Dia 17-08-2013 eu mandei um email mais mandei com o nome incompleto agora estou mandando de novo

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.