Perdido em Marte, de Andy Weir

O livro “The martian”, do autor Andy Weir, ganhou o título de melhor livro de ficção científica de 2014 no site Goodreads. Eu gostei do livro. Li o ebook da Amazon: The Martian: A Novel. Virou filme, com direção de Ridley Scott e com Matt Demon no papel do azarado astronauta que é deixado em Marte pelos colegas da missão espacial ao planeta, aparentemente morto.

O resumo do início do livro dá o tom da história: “Six days ago, astronaut Mark Watney became one of the first people to walk on Mars. Now, he’s sure he’ll be the first person to die there.” O livro conta a história de sua luta pela sobrevivência. Os detalhes técnicos de sua jornada para se manter vivo são a graça da história. Sozinho, o astronauta Mark Watney se vira para obter os preciosos ar e comida. O livro tem uma proposta que se arrisca a ser monótona, mas a história tem muito bom ritmo. É impossível não se colocar no lugar do sujeito que persevera para viver. Leia o livro, veja o filme.

Instalando o novo IOS 9

Por que trocar? O novo sistema operacional da Apple ocupa menos espaço, e meu iPad de 16Gb já está chegando no limite. O IOS 9 tem 1,3Gb, contra 4Gb do IOS 8. A vantagem parece grande. Entretanto, no final das contas, só apareceram livres pouco mais de 1Gb. Bem, um ganho é um ganho. E o que perdi? A vida é assim, ganha-se aqui, perde-se lá. Velocidade! Meu iPad, agora, fica sempre “pensando” antes de responder a qualquer comando. Acho que a culpa é do novo desenho do sistema operacional, que trabalha utilizando as partes ativas dos aplicativos que estão sendo usadas. Isso deve gerar mais trânsito de pedaços dos programas. Alguém lembra dos antigos swaps dos programas nas memórias limitadas do passado?

Instalei o IOS 9 no meu iPad. O processo correu tranquilo. A Apple é boa nisso. Levou uma hora e meia, com boa parte do tempo consumida em “baixar” o novo sistema operacional. Para referência, minha internet é NET Virtua com 30Gb de velocidade. O iPad é antigo com 16Gb de memória. O processo correu tranquilo. 

Resumindo: Parece que a solução de compromisso (trade-off) é entre espaço e velocidade. A decisão é com você.

Poderia Dilma ser um novo Getúlio Vargas?

Parece senso comum que Dilma deveria sair de cena. Ela foi a jovem revoltada que queria derrubar a ditadura dos milicos pra instalar uma ditadura do proletariado (seja lá o que isso queira dizer) e acabou por chegar à presidência da república. Depois da lambança que Dilma praticou dando continuidade ao trabalho de Lula, o país foi ao fundo do poço. Podemos descer mais, mas Dilma foi eficiente em derrubar o Brasil. Um artigo de jornal hoje comenta sobre Getúlio, nosso único político que se suicidou.  Sua atitude conseguiu adiar o golpe que se consolidaria muitos anos depois com a Redentora. Será que o autor estava sugerindo que Dilma também saia da vida para entrar para história? Tomara que não. 

Não que eu não goste da ideia dela dar um tiro no peito. Sua atuação até hoje está de bom tamanho. Podia ser bom para o Brasil sua saída com pano rápido. Porém o tiro certo devia ser direcionado ao peito do Lula. Ficava bacana. O grande líder metalúrgico sai de cena antes que seu nome exploda na Lava-jato. Morto, ganha imunidade. Seria lembrado como o pai dos pobres. Não tentaria se reeleger como oposição e discurso de salvação da pátria, agudizando a tragédia brasileira.  

É um caminho. Nossa história merece um ato de coragem de Dilma. Sua mediocridade política e como gestora seria resgatada pela nobreza da eliminação do seu criador, que, aliás, tem demonstrado a vontade de dar sumiço na sua criatura defeituosa. 

Fica a sugestão. 

podíamos viver sem as superstições…

De entrevista de Richard Dawkins ao site livros Goodreads:

GR: Moving into the religion debate, do you think that the human race would be better—do you think that people would be more compassionate and more productive—if religion didn’t exist?

RD: Yes, is the short answer. There’s not a lot of that in the book (Brief Candle in the Dark: My Life in Science), is there? But I do think that the world would be a better place without religion.

Me too.

Eminente jurista x Bom velhinho

A política é repugnante. O pessoal do PT, em particular, cultiva a grosseria sem limites. Agora foi com o jurista Hélio Bicudo, com 93 anos, fundador do PT, que se desiludiu com a direção tomada pelo partido em busca de se perpetuar no poder e fazer fortuna para seus dirigentes. Bicudo entrou com pedido de impedimento contra Dilma. Não que tirar nossa incompetente presidente do seu cargo seja boa solução, mas que existem motivos para justificar o processo, isso existe.

Se fosse uma defesa de Bicudo do governo que claudica, o PT o trataria como “eminente jurista” ou “conceituado rábula”, como é uma voz contrária, tentam desvalorizar sua posição chamando-o de “bom velhinho”. Além do roubo que praticaram (ou praticam) no país, ainda temos que aturar os comentários deselegantes desses vira-bostas que se encastelaram no poder.  

Windows 10, a aventura da migração a partir do Windows 8

A Microsoft continua com a prática de fazer um produto ruim e corrigir na versão seguinte. A eficiente versão XP foi seguida da trágica Vista. O Windows 7 resgatou a qualidade com um sistema operacional que funcionava. Veio o Windows 8, feito às pressas para entrar no mundo da mobilidade, o sistema da Microsoft ficou infernal para quem usa o micro para fazer mais do que ver fotos e ouvir músicas. A gigante adormecida trouxe, então, o Windows 10. Parece que ficou melhor que o Windows 8 (também isso era fácil).

Tenho um Notebook Dell novinho, processador Intel Core i7, 8 GB, um bom equipamento. A instalação parecia tranquila. O processo é super amigável. A Microsoft adotou uma interaçao coloquial com o usuário. Lá pras tantas o sistema avisa: “estamos fazendo mais umas coisas”. E completei minha primeria tentativa de instalação. O Windows 10 começou a funcionar. Até hoje não tenho certeza, mas eu fui trocar o antifirus McAffee pelo Ad Aware. Deu tilt. Continue lendo Windows 10, a aventura da migração a partir do Windows 8

O que vem a cabeça…