sacanagem no Congresso Nacional: o Neto Bastardo de ACM

Quem não gostar de ler textos com palavrões pule este artigo. Minha exasperação provoca o uso de vocabulário chulo. Chulo é o cacete! Qualquer grosseria que eu escreva não supera a baixaria desses filhos da puta que sustentam as amantes com meu dinheiro. Nosso dinheiro!

new york

O emissário das más notícias foi a edição de Veja desse domingo, 21 de dezembro. Trata-se da identificação de um neto bastardo do falecido cacique baiano Antonio Carlos Magalhães. A reportagem conta em detalhes como o também falecido filho de ACM, Luis Eduardo Magalhães, se encantou por uma mocinha que trabalhava como garota-propaganda de lojas de Brasília. Daí ele teve um caso com a modelo, tornaram-se amantes, esqueceram de usar a camisinha e a moça teve um filho do deputado. Em verdade, nada disso nos interessaria. A privacidade da vida do deputado deveria ser preservada. O problema é que o deputado, como exemplo de político brasileiro, comia a moça com meu dinheiro. A primeira providência dele quando cantava a modelo, de nome Siméa, foi arranjar para ela um cargo em seu gabinete. Segundo Veja: “Siméa diz que o deputado a abordou, deu-lhe um cartão de visitas e ofereceu-lhe um emprego em seu gabinete. Quatro dias depois, a moça já estava na folha de pagamento da Câmara.” Um caso típico de nepotismo de sacanagem. Se vivo, o deputado, candidamente, diria que “amante não é parente”.

O assunto é um escândalo. Merecia capa da revista. O soldado que se empolgou com o tênis que lhe passava pelas mãos e separou-o dos donativos para os desabrigados de Santa Catarina foi crucificado pela imprensa. Qual exemplo deveria movê-lo a agir diferente? Curiosamente, a matéria de Veja adota extrema discrição em tratar o uso do dinheiro público pelo deputado Magalhães e seu irmão, que manteve a amante como assessora depois que o irmão morreu. O texto da reportagem de Veja é um exemplo de como contar uma história sem tocar no ponto principal: ele comia suas amantes com dinheiro público. A matéria não tem adjetivos em relação ao comportamento dos Magalhães. O relato é ambíguo em relação a canalhice praticada. Seria sarcasmo dos repórteres?

Os detalhes da reportagem são escabrosos. “Ela se recusou (a abortar) e voltou para a casa dos pais. Por ordem do amante, deixou de comparecer ao gabinete, mas continuou recebendo o salário do Congresso.” Vejam agora a benevolência dos repórteres Leonardo Coutinho e Sandra Brasil, de Veja: “As testemunhas (da amante) contam que Luis Eduardo , no entanto, jamais a deixou desassistida. O deputado custeou o pré-natal e o parto.” Essa informação nos mostra que o deputado não era totalmente filho da puta como imaginamos, além do dinheiro de nossos bolsos, ele sacou algum para cuidar da amante. Um gentleman! O deputado ainda concedeu dois aumentos para que a mãe de seu filho pudesse cuidar bem da criança. A Bolsa Amante dos Magalhães atingia os R$8.255,00. Os repórteres é que fizeram mal a moça e seu filho. Sua curiosidade e publicação da reportagem fizeram com que o irmão do pai da criança, o ACM Neto, demitisse a Siméa, que levava grana como sua assessora.

Isso de bancar as trepadas com o dinheiro público deve dar tesão nesses tarados. É melhor que Viagra. O sujeito fode todo mundo. Fode a amante e fode o povo todo de quem tira o dinheiro. Siméa (mas que nomezinho escroto!) não é uma ingênua. Agora, ela está atrás da grana do velho ACM, cuja fortuna é de cerca de 350 milhões. Pelas contas de Veja, a mãe e o garoto podem herdar uns 11 milhões de reais. O amor, o tesão, o interesse que Siméa tinha no dinheiro do falecido filho de ACM, seja quais foram as intenções da modelo, no final, deu certo. A moça vai faturar alto. Algum cuidado ela deve ter, pois o histórico da família inclui algumas desavenças resolvidas a bala.

O mais exasperador da reportagem é a última frase: “A família Magalhães se diz profundamente constrangida com o episódio”. Puta que pariu! E eu, como me sinto? Meu imposto é usado para comer as modelos de Brasília, fazer filhos nelas, cuidar dos filhos. O soldadinho que roubou o tênis para fazer um agrado ao filho está marcado como ladrão que rouba donativos dos flagelados. Deve estar comendo um dobrado no quartel. Na rua, deve ser apontado como larápio. Já os canalhas da Bahia posam de reputação ilibada. Não admira que os políticos tenham ficado de cú-na-mão para julgar o senador Renan Calheiros, que usava uma empreiteira para sustentar sua amante. Talvez a frase seja verdadeira: “Todos eles têm sua Monica Velozo.” Que merda! Será que não há jeito de processar o sujeito e, no mínimo, fazê-lo nos devolver o dinheiro que gastou para trepar com a modelo às nossas custas? A gente ainda vai assistir esses sem vergonha sendo eleitos?

Os Magalhães estão constrangidos. Eu estou é PUTO DA VIDA!

5 comentários a “sacanagem no Congresso Nacional: o Neto Bastardo de ACM”

  1. e a imprensa nojenta nao dá destaque, roubar um milhao deixa de ser ladrao. a rede bahia de televisao nao resistiria a uma investigação

  2. Bicho, quando vc se refere que nós brasileiros bancamos esses caras, é bem capaz de nos processarem por rufianismo, mas bem feito para nós!

  3. puta q pariu não aguento mais esses politicos corruptos fiko indignado quando vejo esses tipos de acontecimentos principalmente, quandoa impreensa não coloca a mão na ferida e nossos recursos q foram usados para bem particulares do mesmo não serão devolvidos q e o maluf ?? estava fazendo uma pesquisa e vi q ele ja sofreu mais de 150 processos ao longo de sua carrera imagina ele é parado pela rota quando perguntarem se ele tem algum B.O nas costas ele tem q falar 150!! po ainda foi eleito o deputado federal mais bem votado do brasil!!! Sera q nossos governantes querem pessoas educadas e bem informadas ou ignorantes mal informadas?? obvio q mal educadas e mal informadas pois assim e mais facil manipula-los !!! somos marionetes de manuseio simples brincando de marionetes esse é o sitema brincando de marionetes !! acorda brasileiros idiotas!!!

  4. Queridos , isso foi “o que apareceu” . O oculto nós – “de vergonha na cara” – não suportaríamos e teríamos um enfarto patriótico. Estudar pra vestibular e sonhar com um emprego público merecido disputado através de concursos públicos é coisa de otários, naum é mesmo?
    Quais concursos públicos pagam esse salário? É o excesso dos ” cargos em comissão” que permitem essa desgraça e haja imposto , taxas e afins. Infelizmente é uma gota de água no oceano de demonios que vestem ternos.

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